NOME: Mariana Calza
MSN: maricalza@hotmail.com
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ODEIO: machismo... medo... comodismo... hipocrisia... maldade... mentira... egoísmo (embora todos nós sejamos um pouco)... São Paulo... fazer dieta...
ADORO: cinema... amigos ... fotos... rir... São Paulo... chocolates... chocolate branco então... mas tem que ser Laka!!!! fim de semana... Itatibinha... diversão... arte... sair... bares... cervejinha estupidamente gelada... ah... e aqueles drinks bonitinhos...
ESCUTO: música boa, o que não inclui axé, sertanejo e pagode... Tá, eu confesso que me rendi a um certo samba (samba meeesmo, nada de pagode...) que rola todas quintas-feiras... rsrs
QUEM????
Jornalista, por formação e principalmente vocação. Adoro ler, escrever, amo cinema e principalmente música. Acredito que a vida, assim como os filmes, deve ter momentos mágicos e sempre com trilha sonora. Romântica incorrigível, ainda acredito em príncipe encantado ou mesmo um sapinho interessante. Não abro mão da minha independência, mas adoro ser mimada e preciso de um colinho nos meus momentos de carência.
Leonina... Ansiosa, orgulhosa e compradora compulsiva (tenho me esforçado muito), meio fútil às vezes (bah... mas quem não é?). Adoro roupas, perfumes e maquiagem... Sou meio encanada com tudo. Mas sei muito bem o que eu quero. E corro atrás.
Sempre acabo tirando conclusões precipitadas e odeio quando estou errada. Não é nada bom engolir sapo. Mas eu engulo as vezes, tomo um copão de água pra descer melhor e bola pra frente... Teimosa, ciumenta e um pouco possessiva, mas em compensação me entrego totalmente às pessoas.
Choro demais. Por tudo. Sincera até o último fio de cabelo. Sou bastante preguiçosa. E desligada...
Pra mim as coisas tem que estar quentes ou geladas, detesto meio termo. Ou amo ou odeio. Prefiro também conhecer pessoas assim, que me amem acima de tudo ou que me odeiem sem hipocrisia.
| A LUA HOJE... lunar phases |
BLOG NOVO EM FASE DE TESTES...
Engraçado como as coisas são...
Me irrita o desencontro. As pessoas vivem se desencontrando. Por motivos justos, absurdos ou banais. É irritante, triste... Mas acontece. E muito mais do que se imagina. Dá pra evitar? Geralmente não. Desencontro é isso. Duas vontades que não batem. Às vezes vale a pena arriscar. Arriscar com a certeza de que não existe meio termo. Ou dá muito certo, ou muito errado.
Fui pega de surpresa da última vez. Não entendi nada. Demorei pra acreditar no que estava acontecendo. Engraçado como as coisas são. De repente, também sem esperar, vi que tinha que ser assim. E fiquei em paz. Estou em paz. Percebi que há bastante tempo precisava cuidar de mim. Viver pra mim. Descobri da maneira mais difícil. Demorou. Doeu. Mas como é bom depois que passa...
E agora eu to aqui. Começando de novo. Nascendo de novo. Descobrindo que quem eu sempre quis de verdade está aqui comigo. Sou eu. Estou pronta pra ser minha. Só minha por enquanto. Quando puder ser de alguém de novo, quero ser inteira. E vou ser de quem pagar o preço.
Mais uma vez, obrigada. Por me devolver pra mim. Por dizer que é “péssimo em tomar decisões” e ao mesmo tempo ser perfeito pra apoiar as minhas. Obrigada pelo meu melhor presente de aniversário. Obrigada por me ouvir, me entender e estar por perto mesmo quando está longe. Não se esqueça de que temos um ao outro. SEMPRE.
Pode não parecer, mas estou forte sem você. Aprendi que sei cuidar de mim. Não o tempo todo, mas eu consigo. E também estou aprendendo que tenho outras pessoas com quem contar nos meus momentos difíceis. Por que quando eles vêm de verdade, quando eu tomo uma rasteira e preciso de alguém que me segure não é mais você que está lá. A não ser que eu te procure, por achar que deveria ser você. Aí, não sei o que acontece, mas eu me perco de mim. Taí. Meu ponto fraco é você. Talvez eu seja o seu também. Mas agora, falo só por mim. E o que eu sinto é parte de mim. Não mais de você.
Desabei quando te vi. Às vezes estou preparada, e sei lidar com isso. Você bem sabe que sim. Mas dessa vez não deu. Não consegui me segurar. E falei tudo. O que devia e o que não devia. Somos diferentes. A gente vê e sente o mundo diferente. Eu tenho medo de quase tudo, mas não tenho medo de sentir. Nem de parecer boba, de chorar e de mostrar quase tudo o que há em mim. Isso, pra mim, é coragem. É preciso muita força pra sentir e amar de corpo e alma.
O resultado?? Pode me chamar de louca, mas foi bom. É muito estranho ter consciência de que não é mais você. Estranho a gente não ser mais "a gente", e pensar que a nossa história bonita virou história mesmo. A gente já sabia que não era fácil amar desse jeito "esquisito, intenso e incondicional" como você dizia. Foi você também quem disse que a gente teria que pagar o preço por sentir isso. Eu paguei. Pago. Mas já que é impossível lidar com esse sentimento, melhor colocar um fim e ponto.
O fim estava lá. Talvez fosse invisível só aos meus olhos. Então eu olhei pra você agora e vi que existe um momento em que a gente deve parar. Parar e pensar. E é agora. Hora de parar. Por mim. E por você também. Não vou fugir, não vou mudar de cidade, de amigos, de programas. Vou continuar aqui. Não sou mulher de fugir. Não fuja de mim também. Existe uma vida inteira lá fora além de nós dois. E eu quero sentir tudo, tudo o que eu deixei de sentir até agora. Quero me sentir. Me entender. Me querer. Me devolver pra mim, por que fui eu que me dei inteira pra você.
E quem não tem medo, pode vir comigo!!
Quer saber? Não consigo fazer tudo por nós dois. Sou uma só e estou cansada. Talvez o que eu fale agora seja difícil pra você ouvir. E, sinceramente, não importa se essas palavras vão chegar até você ou não. Mas se o nosso momento passar, não é por fatalidade do destino. Nem por que não era pra ser, ou por que eu não te amo mais. É por que você escolheu, mesmo sem querer escolher. Essa culpa não é minha. Queria que não fosse sua também. Mas o que eu quero mesmo, é que você se encontre. E volte. Volte pra você.
E no meio de toda essa confusão, continua sendo você. Ainda é você que está comigo nos meus momentos difíceis. E parece que precisa ser desse jeito. Por mais forte que eu esteja sendo ultimamente, quem mais seria se não você? Então você me ouve. Me entende. Segura minha mão e me mostra que ainda sou do tamanho certinho do seu abraço. Me chama de chorona, ri da minha cara de sapo e do meu nariz vermelho de rena. Dizem que o amor é assim. Contradições e dúvidas jogadas no meio de algumas certezas.
Cansei de pensar. De analisar tudo e temer as conseqüências. Pode ser que eu me machuque, mas antes quero viver. Eu quero, mesmo que por alguns momentos, me deixar levar e sentir que está tudo bem. E está tudo bem. Eu estou bem mesmo que as coisas não estejam exatamente do jeito que a gente gostaria. Que eu gostaria.
Cansei de me esforçar pra entender e dar explicação às coisas. Vou até onde conseguir, nem mais nem menos. Sem fazer força. Ainda estou aqui, mas não tenho mais medo de desistir. Não me falta amor, só que não dá pra fazer tudo sozinha.
É gostoso descobrir que eu sei ser inteira mesmo quando me falta um pedaço.
Hoje eu acordei com uma calma estranha mesmo com milhões de coisas fervilhando dentro dentro de mim. Uma calma de quem sabe que fez tudo o que pode, que amou de verdade e falou de boca cheia.... Calma de quem não sente culpa, nem remorso. Que culpa a gente poder ter de amar sem medida? Sinto só orgulho por saber o como é bom o gosto de ser honesta com os meus sentimentos... Estranho por que, tenho medo de tantas coisas e, mesmo depois de tudo, continuo sem medo de sentir e sem medo de me estrepar por ser transparente. Continuo sendo eu.
Ainda sou aquela menina que não dorme depois de um filme de terror. Que é viciada em creminhos, perfumes, maquiagens, roupas e sapatos. Que tem uma dificuldade enorme de falar o que realmente quer dizer. Que gosta de finais felizes e de histórias bonitas. Qua ainda acredita nas pessoas (mesmo que sempre tentem me provar o contrário).
Ainda continuo tentando salvar todo mundo, mas a gente aprende que não dá pra sofrer por coisas ou pessoas cujas atitudes não dependem de mim... Então, agora, me limito a fazer de tudo pra salvar o meu mundo. Que é MEU e ninguém tasca.
Não tem sido fácil escrever ultimamente.
Acho que ando ainda mais transparente. Mais intensa.
Muito mais confusa. E cansada...
O que eu sinto, o que está acontecendo, ninguém consegue entender. Nem eu. Melhor assim.
Não quero pensar. Não quero falar. Porque dói. Muito...
Não me perguntem se eu estou bem, por favor... Não mais que uma vez.
Não tentem me arrastar pra programas super animados.
Não me olhem com cara de pena e “cabecinha pendente” como diz uma amiga minha... (ela odeia e eu tb)...
Conselhos? Não, muito obrigada. Não quero mesmo. Ainda mais de quem pensa que entende mais da minha própria vida do que eu mesma. Ou que pensa que falar mal de alguém vai fazer com que eu me sinta melhor ou superior. Sorte minha que não sou desse tipo. Nunca vou ser, nunca vou precisar diminuir alguém pra ser maior.
Faz bem ficar longe de falsos sorrisos, falsos abraços e conversas hipócritas com pessoas que não entendem nada, adoram julgar, comemoram a infelicidade alheia e vivem na superfície.
Não sei se estou ficando velha e mais chata ainda ou se simplesmente me cansei de pessoas vazias. Mas cansa sair pra balada, e acordar no dia seguinte com um buraco no peito além da ressaca.
Às vezes tudo o que eu preciso é de mim. Da minha companhia.
Não importa a distância. Eu acredito em você. Confio. Respeito. E sei te enxergar por dentro...
24 meses, 96 finais de semana, 730 dias, 17.520 horas...
Quatro mudanças, duas cidades, uma demissão, dois empregos...
Milhares de beijos, dezenas de brigas e iguais reconciliações...
Incontáveis momentos felizes, outros mágicos e alguns tristes...
Um fim, um recomeço, outro fim e nenhuma mágoa...
Difícil quando a gente entende que em dois anos pode caber todo o amor de uma vida inteira. Mesmo quando ainda se tem a vida toda pela frente...
Foi amor a primeira vista. Posso dizer isso com certeza... Quando a gente se viu pela primeira vez, naquelas carteiras antigas de colégio, nos olhamos e acho que, de alguma forma, sabíamos que ia durar pra sempre. Essa amizade, que eu prefiro chamar de amor, vai durar pra sempre. Hoje a gente já tem certeza.
Foi ela quem me deu algumas das minhas melhores lembranças. Nunca vou esquecer quando fomos numa festa e acabamos dormindo no carro, das mil festas à fantasia, das cartinhas lindas (algumas das mais bonitas que ganhei), das muitas aventuras documentadas pela filmadora, só pra assistir comendo pipoca (ou cachorro quente) depois, dos porres homéricos, das choradeiras, das milhões de vezes que rimos até a barriga doer, dos nossos planos pro futuro e da nossa mania de acreditar em príncipe encantado...
Outras amigas, outras turmas, namorados, casos, faculdades, empregos, apartamentos... Tudo isso veio e passou desde o tempo em que estudávamos juntas. Dez anos atrás. E a nossa vida, que era tão igual, ficou diferente. A gente descobriu a verdade sobre os príncipes, e cada vez mais estamos descobrindo que a vida não é tão fácil quanto era antes. E a gente não pôde mais passar por tudo juntas como gostaríamos. Mas sabem o que é engraçado em tudo isso??? Mesmo assim, ela sempre esteve mais perto de mim de que todas as outras pessoas que estavam a minha volta.
Tudo mudou na nossa vida, mas nada mudou com a gente. Não é lindo isso? Quem pode dizer que isso não é amor? É sim, e dos mais bonitos. Amor que não depende de nada pra existir. Que existe e ponto. A gente não pode mudar isso.
Só eu sei a sorte que eu tenho em ter uma amiga-alma-gêma... Por que a gente sabe quando a outra está triste sem conversar, a gente sente. Ela me liga e eu escrevo. Às vezes o que ela está sentindo, como ela diz.
Hoje eu olho pra ela e não consigo conter a admiração e o orgulho. Depois de ter passado por tanto na vida ela ainda consegue ser leve, me fazer bem quando estou triste com meus problemas bobos e rir que nem menina. Só por que ela é uma mulher forte, determinada e que não tem medo da vida, não quer dizer que ela não se emocione com comédias românticas e comerciais de margarina. Ela é assim, feita de lindas contradições. O mundo precisa de pessoas assim. Eu preciso de pessoas assim perto de mim.
Tati, o que eu sou hoje tem muito de você. E eu acordei precisando escrever. Embora, por mais que eu respeite as palavras, eu saiba que é impossível escrever o que você é pra mim. O que a gente é. Isso é coisa pra se sentir. Não tem explicação.
Desejo que você não desista. Nunca. Não deixe de ser menina, de acreditar na vida e nos contos de fada. Eles existem sim, e princesa melhor que você, acho que a gente não encontra em nenhum livro. Nem num filme da Julia Roberts.

Olha lá fora e você vai ver. O dia acordou lindo. Lindo e azul. Não é um dia qualquer. É o seu. Mesmo que você saiba que o meu coração acredita que todos os meus dias são seus. Assim como eu, que sou sua. Inteira.
Você me ensinou que amar pela metade é pouco. E me contou que a gente se ama de um jeito “esquisito, intenso e incondicional”. O nosso jeito de amar. Às vezes vermelho, às vezes cor de rosa.
E hoje eu quero te ensinar que você é muito maior do que você pensa. Mais especial. Mais importante. Mais amado e mais querido. Você é mais. Simplesmente mais. Quando olho pra você ainda acredito em almas bonitas. Parece que ainda existe uma luz no fim do túnel dessa vida com cara de fim de mundo.
Hoje sou eu quem vai te abraçar e dizer que tudo vai dar certo. Dizer que eu sempre vou estar aí, do seu lado. SEMPRE.
· Comer chocolate derretido ou brigadeiro quente direto na panela.
· Algodão-doce...
· Um telefonema no meio do dia. Assim, sem motivo.
· Barulho de chuva. Sem raios e trovões.
· Ler um poema que parece escrito pra mim.
· Ou uma música que parece falar de mim.
· Ser acordada com beijinhos.
· Ou com um abraço no meio da noite.
· Ganhar flores colhidas do jardim.
· Um convite sem esperar.
· Entrar numa calça jeans velha, mesmo sem ter parado de comer chocolate.
· Ouvir elogios sem maquiagem ou salto alto. E me sentir bonita com camisetão e cabelo bagunçado.
Ela olhava pra ele e sabia. Mesmo quando acordava ao lado dele numa manhã de domingo com aqueles braços em volta do corpo dela. Se sentia segura naquele momento, mas sabia. Sabia e tinha medo. Tentava controlar, mas não conseguia. Apenas disfarçava.
Ela sempre achou que a felicidade não tinha sido feita pra ela. Muitas vezes não entendia o que sentia. Não sabia onde queria chegar, nem o que esperava dele. Não entendia a estabilidade. Nem a rotina. Era cheia de manias, contradições e loucuras. Tudo era pouco. E assim, a felicidade não a alcançava.
Ela queria viver um amor sem rótulos. Sem limites. Queria perder o ar. Se sentir especial e única. O tempo todo. Mas ela também sabia que a vida só era assim nos filmes da Julia Roberts.
E não falava do futuro. Não queria fazer planos. Tinha medo. Por que quando pensava no futuro ela sabia. Sabia e a insegurança tomava conta dela.
Me lembrei de Clarice. “Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho”. Ela disse.
Já desejei te amar menos. Te querer menos. Sentir menos. Muitas vezes.
Já achei que esse amor era grande demais pra mim. Ou que eu era muito pequena pra ele? Mas eu também sei ser grande e não acredito em amor com limites. Não acredito e não quero amar pouco. Nada de banalizar o amor.
Mas hoje não. Não desejo te amar menos. Só desejo ME amar mais. Todos os dias. Só isso. Simples assim. Complicado assim.
Quero pintar de VERMELHO o CINZA do meu dia...